O que é e para que serve
Juros compostos são o motivo pelo qual investir cedo faz tanta diferença: os juros de um período passam a render juros nos períodos seguintes, e esse efeito bola de neve acelera com o tempo. Essa calculadora simula quanto um valor inicial, somado a aportes mensais, pode render com uma taxa de juros fixa, mostrando o total investido, o total em juros e o valor final.
Como usar
1. Informe o valor inicial investido. 2. Informe o aporte mensal (pode ser zero). 3. Informe a taxa de juros e escolha se ela é mensal ou anual. 4. Informe o prazo em meses ou anos. 5. Veja o valor final, o total aportado e o total em juros.
Como funciona o cálculo
A fórmula usada para o valor inicial é VF = VP × (1 + i)ⁿ, e para os aportes mensais é aplicada a fórmula de valor futuro de uma série uniforme, considerando que cada aporte rende juros pelo tempo restante até o final do período. Quando a taxa informada é anual, ela é convertida para mensal equivalente com (1 + i_anual)^(1/12) − 1, e não simplesmente dividida por 12 — essa diferença importa em prazos longos.
Essa simulação não considera impostos, taxas de administração nem inflação. Para decisões reais de investimento, esses três fatores mudam bastante o resultado líquido, e vale conversar com quem entende do produto específico antes de aplicar.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre juros simples e compostos?
Nos juros simples, o rendimento incide sempre sobre o valor inicial. Nos juros compostos, o rendimento de cada período passa a fazer parte do valor que rende juros no período seguinte.
A calculadora considera imposto de renda?
Não. O resultado é bruto, sem descontar impostos, taxas de administração ou inflação.
Taxa anual e taxa mensal dão o mesmo resultado se eu dividir por 12?
Não exatamente. Dividir a taxa anual por 12 é uma aproximação. A conversão correta usa (1 + taxa anual)^(1/12) − 1, que é o que esta calculadora faz.